domingo, 28 de maio de 2017

Andrés Torres Queiruga não é herege: é estúpido!

 

Tal como Anselmo Borges, o Queiruga apela ao que mais elementar e instintivo existe no ser humano — e em nome do cristianismo. Seria como se alguém dissesse que “o dinheiro traz felicidade”: há poucos animais pensantes que não concordem com esta proposição.

Sobre Fátima, e tal como Anselmo Borges, o estúpido Queiruga afirmou:

“Acho que aquelas crianças foram sinceras e pensavam que viam a Virgem. Como eram religiosas, inocentes e sensíveis, chegaram a essa convicção. Não mentiam, acreditavam que viam; mas a Virgem não se pode ver. Como também não se pode ver Deus. Ninguém pode dizer que viu o menino Jesus porque ele existiu mas já não existe, apenas Cristo. A Virgem nunca foi uma senhora vestida de branco: foi uma camponesa e uma mulher humilde que seguramente andava descalça. A grandeza estava no seu coração limpo, na sua fé humilde e amorosa, no seguimento do seu Filho, mesmo sem sempre o poder compreender. Não esqueçamos que todo o transcendental está acima do espaço e do tempo.”

Mais uma vez, transporta para a religião o mais básico e elementar que existe na Natureza Humana — para além de induzir o crente em erro, ao colocar em um mesmo plano o conceito de Deus, por um lado, e o de Maria mãe de Jesus Cristo, por outro lado: isto é feito de propósito e revela a estupidez da criatura.

A ideia do estúpido, segundo a qual “Maria andava descalça” é especulação pura; sabemos, por documentação histórica, que era normal o uso de sandálias entre os judeus no tempo de Jesus Cristo e da ocupação romana da Judeia.

Mas o que mais estupidez revela o mentecapto espanhol é a ideia segundo a qual o espírito não se pode revelar senão segundo a imagem terrena e material que assumiu, ou, o que ainda é mais estúpido, a ideia do burro da negação da Ideia e Forma platónicas, Ideia esta que contribuiu para a construção conceptual do Cristianismo: “Ninguém pode dizer que viu o menino Jesus porque ele existiu mas já não existe” — diz a grande besta.

É aquele estúpido que limita o Poder de Deus e de Jesus Cristo, por um lado: é ele (o estúpido) que diz o que Deus pode e não pode fazer.

E por isso, segundo o asno, nem Maria pode aparecer vestida de branco ou de negro, nem sequer Ela pode aparecer porque Ela não existe; e mais: Jesus Cristo não pode assumir a Forma que quiser, porque quem define o conceito do Universo e as suas limitações são os estúpidos Queiruga e Anselmo Borges.

É Deus o Céu, e os dois asnos na Terra. Fariseus.

sábado, 27 de maio de 2017

A Isabel Moreira ainda não percebeu que ela foi um aborto que nasceu

 

Os pais dela preferiram que ela nascesse, por desígnio de Deus, para que tivéssemos um exemplo de uma vida improfícua e infrutífera.

Os abortos nascidos, como é o caso da Isabel Moreira, não se reproduzem, por imposição da selecção natural; e, por isso, é com perplexidade que leio num texto dela a defesa de um “tempo novo”, quando sabemos que se a humanidade fosse toda como ela é, não haveria “tempo novo” porque a sociedade se extinguiria.

Como diz a cantiga dos Rolling Stones: “Time is on my  side... Yes it is! ”

O “tempo novo” está ao lado daqueles que se reproduzem naturalmente, por mais engenharias sociais totalitárias que os abortos vivos que nos governam nos tentem impôr coercivamente — porque é sabido que quando a elite se afasta da verdade da tradição e da Natureza, não encontra a liberdade: em vez disso, adopta uma moda, e as modas passam rapidamente de moda. A Isabel Moreira faz parte de uma moda de um tempo em que abortos nascidos chegaram ao Poder.

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O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa

 

Ontem sintonizei a TVI24 e estava a dar uma entrevista do Carvalho com a Marisa Matias do Bloco de Esquerda; fugi para a SICN e estava a dar uma entrevista com o Francisco Louçã do Bloco de Esquerda. Desliguei a televisão, com medo de encontrar a Catarina Martins ou o João Semedo noutro canal qualquer.

É evidente que o Bloco de Esquerda é o partido político preferido pelos me®dia. Deve haver uma razão qualquer que eu desconheço — talvez seja o amor, “fogo que arde sem se ver, querer estar preso por vontade; servir a quem vence, o vencedor; ter com quem nos mata, lealdade”.

“Lealdade com quem nos mata”escreveu o Camões; os me®dia têm uma certa lealdade com o Bloco de Esquerda que nos mata. O Bloco de Esquerda está a matar a sociedade portuguesa, e os me®dia adoram.


MAOMERDAS-RADICAL-web

Salvador Sobral, o Homem que Salvou a Música, gostaria que não se noticiassem os atentados terroristas.

É uma ideia partilhada por muita gente, aquele tipo de gente que, horas antes do atentado de Manchester, marchara em Lisboa e no Porto contra a “cultura de violação”. Ao saber da marcha, que integrou 40 associações e quase tantas outras pessoas, julguei tratar-se de uma denúncia pública, e inédita por cá, da barbárie a que o Islão submete as mulheres. Erro meu. Afinal, a coisa fora motivada por uma cretinice a cargo de uns burgessos na Queima das Fitas.

Pelos vistos, meia dúzia de burgessos provam que uma sociedade é, toda ela, propensa a abusar de raparigas em autocarros, mas milhões de mutilações genitais, casamentos forçados, apedrejamentos e o genérico desprezo pela humanidade pouco dizem acerca da realidade islâmica. E as matanças cometidas em nome do profeta ainda dizem menos.”

Homem a Dias


Gostaria de dizer aqui o seguinte: nunca ouvi a música do Salvador Sobral, e o personagem causa-me asco; parece ser uma versão soft da Conchita Wurst. Há qualquer coisa nele que é o orgulho do panasca que ainda não declarou publicamente que já “saiu do armário”.

O Alberto Gonçalves também escreve:


É injusto generalizar? Com certeza. Porém, a aversão a generalizações, ou o tal respeito trémulo pelo Islão, não tem corrido bem. Quando o resultado da reverência é este, talvez valesse a pena tentar a desconsideração e a afronta. Não temos nada a perder, principalmente se a alternativa é perder tudo.”

Não. No caso do terror islâmico, não é injusto generalizar. Aliás, sem a generalização não existiria a ciência, por exemplo. Um dos grandes problemas do pós-modernismo é a aversão à generalização, ou aquilo a que podemos chamar de “nominalismo radical”.


A ler: Hannah Arendt e o Islamismo

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Hannah Arendt e o Islamismo

 

O Paulo Tunhas escreveu um artigo acerca do xeique Munir (ou xeque Munir) que eu considero (o artigo) benevolente. É compreensível que assim seja, porque ele (o Paulo) não é um bloguista e, portanto, não tem a liberdade que nós temos em dizer a verdade acerca do Islamismo e do xeique de Lisboa.

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Hannah Arendt escreveu o seguinte (os sublinhados são meus):

«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.

Toda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra. A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações de fachada, cujas convicções só em intensidade diferem das dos membros do partido, rodeiam todo o movimento e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.

A estrutura em forma de cebola faz com que , do ponto de vista da organização, todo este sistema seja invulnerável à factualidade do mundo real. »

(“Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)


 


No Islamismo, o “líder”, por assim dizer, é o Alcorão, os Hadith e a Sira (a estória da vida do Maomerdas), por um lado, e, por outro lado, o Islamismo dito “radical” que está no “centro da cebola” da religião política totalitária.

O xeque munir desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces da cebola, ao passo que o radicalismo extremo desempenha outro papel.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações islâmicas de fachada (a que pertence o xeque Munir), cujas convicções só em intensidade diferem das dos radicais islâmicos, rodeiam todo o movimento islâmico e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário islamita, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.


A liberdade gay é maior do que a liberdade do cidadão normal

 

No texto, os deputados do Bloco de Esquerda sustentam que duas alunas da Escola Secundária de Vagos “terão sido vistas “a beijarem-se por uma funcionária da escola” e depois “chamadas à direcção da escola, onde terão sido informadas que não se podem beijar em público porque isso ‘incomoda pessoas'”.

“A actuação da direcção da escola visou especificamente a orientação sexual das alunas. Os alunos da Escola Secundária de Vagos realizaram hoje um protesto contra a homofobia e contra a presente situação em concreto”, expõem os deputados bloquistas, acrescentando que, “de acordo com relatos de alguns alunos e alunas, a polícia terá sido chamada e os estudantes ameaçados de processo disciplinar”.

Alunos de Vagos protestam contra “homofobia”, BE pede explicações

Vemos aqui em baixo um exemplo da “liberdade gay” na via pública.

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Sem tirar nem pôr

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Cuidado com a Vodafone Empresas — Vigarice Q.B.

 

Durante dois anos gastei mensalmente, na empresa, um balúrdio em telefones móveis; e, por isso, eu ia angariando pontos em função do consumo, no chamado Clube Viva.

Mas, afinal, os pontos angariados pelo consumidor (neste caso, a empresa) não lhe pertencem; ou seja, o cliente da Vodafone não pode fazer o que quiser com os pontos que legitimamente ganhou — ao contrário do que acontece na MEO, por exemplo.

A Vodafone exige que, na compra de material utilizando os pontos legitimamente ganhos, seja fidelizado um nº de telemóvel da Vodafone durante 18 meses, o que significa que a Vodafone obriga o cliente a não mudar de operadora durante 18 meses se quiser utilizar os pontos acumulados pelo seu próprio consumo.

Note o leitor, o seguinte: mesmo que a Vodafone diga que “são as condições do Clube Viva”, essas condições não podem ser válidas juridicamente — assim como uma burla, por exemplo, não passa a ser válida só porque uma das partes contratantes não se apercebeu previamente da burla. Uma burla ou acção em má-fé não podem ser legais senão em um estado selvagem.

Por causa desta vigarice da Vodafone, vou mudar para outra operadora de telefones e Internet. Mas, antes disso vou utilizar os pontos legitimamente ganhos, adquirir o material a que tenho direito, e depois mandar a Vodafone à merda — que é o que eu aconselho a todos os leitores que tenham Vodafone.