sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Intelectualóides de merda, como a Alexandra Lucas Coelho

 

A julgar pela amostra, nunca comprarei qualquer coisa escrita por aquela criatura. E você, caro leitor, se se quer um pouco mais embrutecido, leia os livros dela.

Com muita pena minha, aquela criatura é estúpida quando defende a ideia segundo a qual todas as culturas são equivalentes (ou têm um valor similar). Aliás, aquela cabeça de alho-chocho entra na mesma contradição de Rousseau com o conceito do “bom selvagem”; vira o disco e toca o mesmo: o romantismo e a irracionalidade (característica do feminino) estão de volta com a chancela de alvará de inteligência.


Em 1754, Rousseau escreveu um livro com o título “Discurso Sobre a Desigualdade” em que afirmou que “o “homem é naturalmente bom e só as instituições [da sociedade] o tornam mau”.

“O primeiro homem que vedou um terreno e disse: 'isto é meu', e achou pessoas bastantes simples para acreditar nisso, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”.

Rousseau vai ao ponto de de deplorar a introdução da metalurgia e da agricultura. O trigo é símbolo da nossa infelicidade. A Europa é um continente infeliz por ter o máximo do trigo e do ferro. Para abandonar o mal, basta abandonar a civilização, porque “o homem é naturalmente bom, e o selvagem depois de jantado está em paz com toda a natureza e é amigo de todas as criaturas.”

Rousseau enviou uma cópia do livro a Voltaire que depois de o ler, escreveu-lhe em 1755 uma carta em que dizia o seguinte:

“Recebi o seu novo livro contra a raça humana, e agradeço. Nunca se utilizou tal habilidade no intuito de tornar-nos estúpidos. Lendo este livro, deseja-se andar de gatas; mas eu perdi o hábito há mais de sessenta anos, e sinto-me incapaz de readquiri-lo. Nem posso ir ter com os selvagens do Canadá porque as doenças a que estou condenado tornam-me necessário um médico europeu, e por causa da guerra actual naquelas regiões; e porque o exemplo das nossas acções fez os selvagens tão maus como nós.”


Ora, a criatura em epígrafe não tem a originalidade de Rousseau; é alguém à procura do protagonismo vulgar e ordinário que honra o intelectualismo luso-brasileiro (em alternativa, existe uma intelectualidade que se concentra principalmente naquilo que é português).

A ideia da criatura acerca dos “descobrimentos portugueses” é uma espécie de Teoria Crítica aplicada à História e à Nação Portuguesas. É um conjunto de conceitos pós-modernos que constituem, em si mesmos, a redução ao absurdo das suas próprias teses.

Por exemplo: “se cá nevasse, fazia-se cá ski”; ou “se a minha avó tivesse asas seria um Boeing 747”. A exploração ad Nauseam da superioridade histórica do contra-factual está na base de um discurso niilista e absurdo que vai beber a sua essência à Teoria Crítica  do marxismo cultural  da Escola de Frankfurt.

A narrativa da criatura convida à inacção — na medida em que toda a acção recomendada por ela é utópica ou desvalidada pelo contra-factual.

“Os descobrimentos portugueses foram” — segundo a criatura — “sinónimo de horror, dor, sangue e sofrimento”; e, quiçá, talvez até melhor teria sido que Portugal nunca tivesse existido …  

O discurso da criatura está exactamente nos antípodas do discurso de Fernando Pessoa: “tudo vale a pena, se a alma não é pequena”.

O Portugal dos intelectualóides de merda é feito de almas pequenas.

O Luís Aguiar-Conraria é uma desgraça

 

O Luís Aguiar-Conraria é o exemplo do estado de putrefacção moral a que chegou a Esquerda — por exemplo, quando diz que Passos Coelho é “racista”: ¿um homem (Passos Coelho) que se casou com uma mulata, é racista?!

A filha-da-putice do Conraria não poderia ser maior.

Depois desta incongruência própria de um filho-de-puta que não olha a meios para atingir qualquer fim, não vale a pena comentar o resto do texto que é uma logomaquia indigna em um estudante universitário do primeiro ano de filosofia.

E aquela merda é “professor universitário”!

Multiculturalismo

 

Birmingham, Reino Unido, 2017

Birmingham-web

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

O Diário de Notícias parece o PRAVDA, da União Soviética

 

O que se faz no Diário de Notícias não é jornalismo: aquilo parece um blogue da Esquerda radical.

Por exemplo, uma tal jornaleira Ana Meireles diz que não existe violência de esquerda nos Estados Unidos: a violência, segundo ela, é monopólio dos “neonazis” que, para ela, é a mesma coisa que Direita Alternativa.

Segundo o Diário de Notícias e a jornaleira Ana Meireles:

Estes são apenas uns poucos exemplos de dezenas de incidentes e de acções violentas perpetradas pela Esquerda americana nos últimos seis meses.

Hoje, o Diário de Notícias é uma espécie de órgão oficial da extrema-esquerda em Portugal.

 

A acção pacífica da Esquerda em Berkeley

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Já não existe Direita viável que não seja a Direita Alternativa

 

Na declaração de princípios da Direita Alternativa, vemos no ponto 15 o seguinte:

“A direita alternativa não crê na superioridade geral de qualquer raça, nação, povo ou subespécie. Cada raça, nação, povo e subespécie tem as suas próprias forças e fraquezas, e detém o direito soberano de viver em paz na cultura nativa que prefere”.

No ponto 16, diz o seguinte:

“A direita alternativa é uma filosofia que valoriza a paz entre as várias nações do mundo e que se opõe a guerras que se destinam a impor os valores de uma nação noutras, bem como tentativas de exterminar nações individuais através da guerra, do genocídio, da imigração ou assimilação genética”.


Dizer que a Direita Alternativa é racista, é estupidez. E o que a Esquerda radical (marxista) faz constantemente é “encostar” a Direita Alternativa a grupos racistas, ao mesmo tempo que apoia o racismo de Esquerda (o racismo negro do Black Lives Matter, por exemplo).

Nos últimos dias tenho lido alguns artigos escritos por “conservadores” americanos — como é o caso deste texto —, e verifico que o “conservadorismo” (tal qual concebido, por exemplo, por Roger Scruton ou por Russell Kirk) ou o neo-conservadorismo (segundo os princípios filosóficos de Leo Strauss), não têm qualquer hipótese de se confrontar com o neo-marxismo (que engloba o marxismo cultural) que nasceu do pós-modernismo.

Vemos no texto — como em outros textos que tenho lido — que os conservadores americanos preferem dar à esquerda radical marxista tudo o que ela quiser, para não terem que entrar em conflito. No caso vertente, o autor do texto defende a ideia segundo a qual é preferível destruir todos os símbolos da Confederação Sulista, do que entrar em conflito com a esquerda marxista. Ou seja, os “conservadores” americanos — que apoiam o partido republicano do sistema político — já entraram em uma fase de capitulação.


Não nos podemos esquecer de que o partido americano que apoiou a escravatura e o eugenismo — por exemplo, o partido apoiado pela Margaret Sangerfoi o Partido Democrático (a Esquerda), até à II Guerra Mundial. O Partido Republicano de Lincoln (a Direita) foi o partido que combateu o racismo e a escravatura na guerra civil americana.

Quem libertou os escravos (negros) americanos foi a Direita.

Depois da II Guerra Mundial, a Esquerda americana [que sempre apoiou o racismo e o eugenismo, nos Estados Unidos como na Europa: não esquecer que Mussolini era marxista, e que o partido nazi alemão era socialista] “virou o bico ao prego” e passou a “apoiar os negros” por uma questão de caça ao voto.


A Direita Alternativa não defende um Estado intrusivo e plenipotenciário — ao contrário do que acontece com todos os partidos socialistas, incluindo aqueles que fazem a saudação romana.

NEONAZIS-WEB

Ora, por uma questão de caça ao voto, os ditos “conservadores” americanos actuais (neocons) adoptam as políticas de Esquerda de fortalecimento do Estado: a prova disto é o estado de conflito permanente que existe entre a maioria republicana no Congresso e no Senado que não quer baixar os impostos, por um lado, e Donald Trump que quer baixar os impostos, por outro lado.

A maioria do Partido Republicano americano actual alinha, no essencial, com a política estatista do Partido Democrático.

A capitulação da chamada “direita conservadora” é um facto; é tão evidente que até fere a vista. A preocupação dos ditos “conservadores” é a de acalmar a violência da Esquerda radical marxista, cedendo em tudo o que for possível — como, por exemplo, cedendo na destruição dos símbolos dos confederados. E se os ditos “conservadores” cedem na destruição dos símbolos dos confederados, incluindo a estátua do general Lee, então terão que ceder à exigência violenta dos marxistas americanos do Partido Democrático que pretendem eliminar quase todos os símbolos públicos dos fundadores dos Estados Unidos, porque quase todos eles eram donos de escravos, incluindo Jefferson e Lincoln.

Ou seja, os “conservadores” começam por ceder em relação a um determinado símbolo (neste caso, uma estátua), e depois vão ter que ceder em relação à própria Constituição dos Estados Unidos, nomeadamente no que diz respeito à Primeira Emenda (liberdade de expressão) e à Segunda Emenda (liberdade de porte-de-armas).

De cedência em cedência, os “conservadores” americanos caminham para a extinção, e o Partido Republicano passará a ser um partido que secunda e copia as políticas de um Partido Democrático radicalizado e marxista: o fenómeno da violência “antifa” americana é apoiada pelas “elites” do Partido Democrático, e pela plutocracia (que inclui George Soros) embora por razões diferentes.

soros-web

O mesmo fenómeno já acontece em Portugal: vemos, por exemplo, acordos tácitos entre o Partido Social Democrata da Teresa Leal Coelho com o Bloco de Esquerda da Catarina Martins (em relação ao aborto, ao "casamento" gay, à adopção de crianças por pares de invertidos, à lei da "barriga de aluguer", à eutanásia, etc.), ou o apoio do CDS/PP da Assunção Cristas à iniciativa do Bloco de Esquerda da Catarina Martins em relação às quotas para mulheres nos Conselhos de Administração das empresas privadas (tudo isto a coberto de directivas europeias “obrigatórias” que não existem enquanto tais).

A dita “Direita” em Portugal já é uma espécie de “papel carbono” da Esquerda; é um movimento político descaracterizado e sem espinha dorsal. O CDS/PP da Assunção Cristas fecha a Esquerda à direita. Precisamos de uma Direita Alternativa em Portugal que também não existe ainda.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

As piadas da extrema-esquerda.

 

Se fosse alguém da Direita a dizer o mesmo do João Semedo, por exemplo, caía o Carmo e a Trindade.

a-piada-do-filho-da-puta-web

Não há que ter misericórdia da extrema-esquerda. Há apenas que contribuir para a sua extinção física.

Por exemplo, o João Semedo já deveria estar eutanasiado; e não só: deveríamos eutanasiar a extrema-esquerda, à força. Este João Quadros já deveria estar enterrado.