segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

¿O papa é herético? É!

 

No habiendo logrado que los hombres practiquen lo que enseña, la Iglesia actual ha resuelto enseñar lo que practican. → Nicolás Gómez Dávila

papa-freak-web(Não tendo conseguido que os homens pratiquem o que a Igreja Católica sempre ensinou, a Igreja Católica actual — a do papa Chico — resolveu ensinar o que os homens praticam).

Ora, ensinar o que os homens praticam é fácil; não é preciso ser papa; para isso, nem precisamos da Igreja Católica: basta-nos a loja maçónica aqui do bairro, e uma em cada bairro.


Hoy pretenden que perdonar sea negar que hubo delito. → Nicolás Gómez Dávila

(Hoje, pretendem (na Igreja Católica) que perdoar seja negar que houve delito).

Para este papa, perdoar é negar o delito. Essa negação do delito é subliminar e melíflua na sua ambiguidade. Para negar o delito, este papa serve-se da tradição jesuítica da falácia casuística.

Nós, católicos, não devemos obedecer a este papa:

“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo que é permitido resistir-lhe se faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja — é permitido, digo, opôr-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada.

Não é licito, contudo, julgá-lo em tribunal, impor-lhe punição, nem o depor, pois estes são actos próprios a um superior”.

- São Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, Livro II, Capítulo 29.


Um bom católico não cumpre as ordens do papa Chiquitito e impede que a sua vontade seja realizada.

sábado, 3 de dezembro de 2016

O modus operandi da Esquerda: “Se odeias alguém, acusa-o de ódio.”

 

“If you hate somebody, just accuse them of hatred. Now you're morally justified in hitting them in the head with a bag of rocks.”

“El "delito de odio" consiste en que los que te odian te denuncian por odiarles. Todo muy jurídico.”


Dei com este artigo no sítio do Bloco de Esquerda.

catarina-martins-neanderthal-web“As formas de racismo, xenofobia, homofobia e misoginia que estamos a ver não são novas. As cruéis campanhas contra Obama recordaram-nos que estavam aí. A simpatia em relação a polícias que mataram pessoas negras desarmadas foi outro sinal muito claro. O horrível tratamento dos migrantes que vêm do Sul e o ardor da islamofobia também o foram. Mas tudo isto parecia para muitos de nós tão irracional e aberrante que não era possível imaginar que metade dos cidadãos surfariam essa onda de podridão. Trump modelou um racismo e uma misoginia sem vergonha aos quais se acomodaram uma enorme quantidade de pessoas para votar nele.

Outro enorme grupo de pessoas foram tocadas e comovidas pelo seu discurso racista e sentiram-se finalmente libertadas do superego censor dos movimentos feministas e anti-racistas. A única coisa que as denúncias públicas do racismo de Trump fizeram foi levar esse ódio à clandestinidade. Trump conseguiu emancipar uma paixão racista que sempre tinha estado expressa, por exemplo, naquilo que conhecemos como cultura policial. O discurso amoroso de Hillary só ajudou a dar alento à vida furtiva do ódio. E Trump pôde monopolizar a raiva dos homens brancos de classe trabalhadora”.

Vejamos a visão que o Pablo Iglesias do Podemos (o Bloco de Esquerda espanhol) tem do feminismo.

“Porta-voces varones que son mujeres”.

 

Vemos, tanto no texto do Bloco de Esquerda como no vídeo do Podemos, uma total desorientação ideológica.

Por exemplo, no Bloco de Esquerda parte-se do princípio de que os homens brancos (que, alegadamente, são todos racistas, xenófobos, homófobos, etc.) foram suficientes para ganhar as eleições americanas. Reparem no discurso: é psicótico. Esta gente sofre de psicose grave.

Mas o problema mais grave é que esta esquerda radical será, a breve trecho, fonte e causa de violência feroz na sociedades democráticas — como já está a acontecer nos Estados Unidos, quando esta Esquerda contesta os resultados das eleições com violência nas ruas.

Para esta esquerda, quem votou em Trump não deveria existir: é uma aberração ontológica; e em última instância, deverá ser fisicamente eliminado.

Para esta esquerda, basta acusar alguém de “ódio” para estar legitimado o seu terrorismo urbano. E se alguém reage ideologicamente contra esse terrorismo urbano, a esquerda denuncia-o por ódio.

Em Portugal, até os mortos pagam impostos.

 

Em Portugal, até os mortos pagam impostos. O Estado ainda vai penhorar a Nação, por causa do imposto sucessório de D. Teresa em relação ao seu filho D. Afonso Henriques.

mortos-pagam-impostos

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O Leonídio é burro que nem uma porta

 

Khadija_Arib“A Holanda juntou-se a França, Bélgica e Bulgária e está prestes a tornar-se o quarto país europeu a proibir a burqa e o niqab nos transportes e edifícios públicos.

(…)

É bem simbólico que a adopção da lei por 132 dos 150 deputados tenha sido anunciada por Khadija Arib, de origem marroquina e que preside o Parlamento. Trata-se de uma prova de que a Holanda é um país capaz de integrar os imigrantes, fiel, aliás, a uma tradição de tolerância religiosa que tem séculos e que beneficiou muito os judeus expulsos de Portugal.”

Nem burqa nem Niqab


Portugal expulsou os judeus, não por serem judeus (de raça judia, ou de religião judia), mas por serem hereges católicos.

A diferença da península ibérica (em relação ao resto da Europa) no tratamento dos judeus, residia no facto de os reis portugueses (D. João II e D. Manuel I) terem sido persuadidos a transferir o desejo de exterminação (normal já na Alemanha ou em Itália), para uma política de conversão compulsiva ao catolicismo, transformando assim um “problema de judeus” em um “problema de hereges” — o que levou à expulsão de hereges, e não de judeus de raça ou/e credo.

Oficialmente, o Reino de Portugal não expulsou judeus de raça ou credo: em vez disso, expulsou hereges católicos.


Se é certo que o Alcorão não fala especificamente em Burka ou Niqab (24:31), os Hadith (pregações do profeta) e a Sunna (actos do profeta) referem-se a ambas as vestimentas e recomendam o uso de ambas “conforme a consciência da mulher”.

Para que o leitor tenha uma ideia: o Alcorão (isto é uma analogia!) é uma espécie de Código Penal; os Hadith e a Sunna são uma espécie de Código de Processo Penal, ou seja, tornam mais específico, conciso e detalhado aquilo que é ambíguo ou impreciso no Alcorão (por exemplo, o versículo 24:31 do Alcorão).

Se seguirmos os Hadith e a Sunna, podemos afirmar que o Hijab, o Niqab ou a Burka são formas de vestir recomendadas pelo Islão (são todas recomendáveis e dependem apenas da consciência de cada mulher islâmica). Ou seja: a deputada holandesa de origem marroquina Khadija Arib não segue o Islão à risca.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Não há uma alma caridosa que anuncie um voto de pesar pela morte de Hitler? É que “todas as mortes são de lamentar...”

 

hitler-simpatico“Ao i, Simão Ribeiro afirmou que “nunca conseguiria votar favoravelmente um voto de pesar como aqueles que foram propostos à Assembleia da República, em que entre outras coisas, tentam branquear quem realmente foi Fidel, chegando mesmo a afirmar que Castro foi um construtor de paz e justiça social”. O deputado não nega, no entanto, “a relevância de uma figura incontornável” e afirma que seria incapaz de votar contra um pesar pela morte de alguém.

O vice-presidente da bancada do PSD Sérgio Azevedo anunciou ontem em plenário que o grupo parlamentar apresentará também uma declaração de voto sobre a morte de Fidel Castro. Ao i, Azevedo afirmou: Todas as mortes são de lamentar e o PSD nunca se opôs no parlamento a que os vários partidos prestassem homenagem póstuma a quem os inspira na sua doutrina. Foi o caso do PCP e é, pelos vistos, o caso do PS. O PSD é um partido humanista e contribuiu sempre para a estabilidade das relações diplomáticas com Cuba, mas isso não impede que estejamos nos antípodas daquilo que Fidel Castro representou e que não condenemos com veemência as atrocidades do seu regime que cortaram a liberdade e a dignidade humana em todas as suas dimensões.”

O Partido Social Democrata continua a mesma merda. Merece desaparecer como partido político.

“Homofobia” é a pata-que-os pôs! É Pedofilofobia, estúpido!

 

Os mesmos que celebram a vida de Fidel Castro e o seu regime como um exemplo, são os mesmos que utilizam a liberdade de expressão para minar o senso-comum que nos resta na cultura antropológica.

“A ministra francesa (socialista) da Saúde, Marisol Touraine, vai levar a tribunal os autarcas conservadores que inviabilizaram nas suas cidades a exibição de cartazes da campanha contra a sida que contam com imagens de homens a abraçar-se e a beijar-se.

“Pela vida, por um fim de semana... Com um amante, com um amigo, com um desconhecido... As situações variam, assim como a protecção”, lê-se num dos outdoors, com a mensagem acompanhada pela fotografia de um homem a abraçar outro pelas costas,

A campanha conta com a apresentação de cartazes em 130 cidades francesas, mas em 12 delas surgiram entraves das autoridades locais que os têm procurado remover.

O autarca de Aulnay-sous-Bois, próximo de Paris, encontra-se entre os que removeram os posters, substituindo-os por imagens com a frase “Proteger as nossas crianças”. Também o autarca de Angers ordenou que fossem retirados os cartazes colocados junto a escolas”.

Ministra francesa processa autarcas por homofobia

ministra-fancesa-homofobia
Ou seja, dá-nos a ideia de que os países da Europa precisam de uma espécie de Fidel Castro de cor oposta.


Os socialistas, e a esquerda em geral, pretendem passar a mensagem segundo a qual “tomar no cu faz bem à saúde e faz crescer as crianças”, conforme vemos nesta outra notícia:

“EVIDENCE has emerged that the views of the Paedophile Information Exchange influenced policy-making at the National Council for Civil Liberties when it was run by former Labour Health Secretary Patricia Hewitt”.

'We can't prove sex with children does them harm', says Labour-linked NCCL

Ou seja, diz a esquerda de que não há provas de que enrabar putos lhes faça mal. E mais: segundo a opinião da Esquerda, não só não faz mal, como até faz bem aos putos serem enrabados.

“Childhood sexual experiences, willingly engaged in, with an adult result in no identifiable damage”.

E mais: a perseguição aos pedófilos é um preconceito inaceitável, porque os pedófilos só fazem bem às crianças quando lhes vão ao cu:

“The present legal penalties are too high and reinforce the misinformation and prejudice. The duty of the court should be to inquire into all the relevant circumstances with the intention, not of meting out severe punishment, but of determining the best solution in the interests of both child and paedophile.”

Isto já não vai com falinhas mansas e argumentos racionais. Precisamos, na Europa, de um enorme paredão de sinal contrário ao de Fidel.


« (...) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

— Edgar Morin

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Afinal, o maltês é maçon

 

Há alguns anos, quando escrevia em um blogue, o cabrão do maltês jurava, a pés juntos, que não pertencia à maçonaria.

“Na Valenciana, em Campolide, juntaram-se os partidários do politólogo José Adelino Maltez, possível candidato à liderança do GOL (Grande Oriente Lusitano) e grande opositor do actual Grão-Mestre, Fernando Lima.”

Jantares na sexta-feira negra

Ficamos a saber como o maltês conseguiu a cátedra e a atenção dos me®dia. Dêem-lhe tudo, porque ele não merece. Há-de morrer como os grilos: de cu virado para o ar e com os cornos enfiados no chão.